sábado, 5 de janeiro de 2013

05/01/2013 - Canoagem no Rio Cubatão

Início do ano, acabaram-se as festas e voltou o trabalho. Eu já estava doido para ir dar uma pedalada e para não ir sozinho liguei para o Maneca ver se ele topava me fazer companhia. Ele atendeu o telefone e disse: "Pô Jefo, só agora tu liga? Eu já tenho compromisso, vou lá pro Quiriri descer o rio com o caiaque, topa ir junto?" Demorô. Apesar de eu querer ir pedalar, fazer uma aventura diferente também é bom e eu aproveitei a oportunidade. O Maneca passou aqui em casa e fomos até a estrada do Pico esperar o cunhado dele, Sidnei e depois iríamos passar na casa de um amigo, o Moacir, para irmos até o Quiriri.
Chegamos na ponte coberta, ponto de encontro para esperar o Sidnei. Ele demorou um pouco e enquanto isso a gente já estudava o volume de água do rio e das correntezas que passam embaixo da ponte. Enquanto isso os maruins se aproveitavam do nosso sangue.

O Sidnei chegou e fomos até a casa do Moacir, desse momento em diante foi de muita correria, com poucas oportunidades para fotos ou outras formalidades. Já estávamos atrasados e a gente precisava chegar novamente na ponte coberta antes do anoitecer. Subimos a estrada Quiriri e nos preparamos para subir nos caiaques.

O Maneca já estava preparado e ansioso para começar a aventura.
Eu fui junto com o Sidnei em uma espécie de bote inflável para duas pessoas.
Segundo eles o rio estava meio baixo para a prática da canoagem e apesar da gente ter encalhado algumas vezes em pedras o bote foi bem na maioria do percurso.
Nessa minha primeira experiência com canoagem gostei bastante e achei um esporte que garante o desafio, a diversão e tem um ótimo contato com a natureza. A parte mais emocionante do passeio foi quando chegamos na captação de água da Águas de Joinville, tem uma represa natural formada por pedras e a água passa muito forte por um dos lados do rio e deve ter uma queda de mais de metro. O Maneca queria descer comigo no bote e eu topei, eu fui na frente, voltamos um pouco e depois remamos com força em direção a correnteza. O bote desceu e a força da água na parte traseira jogou a frente do bote (e eu) para cima contra o barranco, cheguei a bater a cabeça em alguns galhos de árvores, pensei que o bote iria virar mas logo ele estabilizou e o susto virou gritos e risos entre nós. O passeio continuou tranquilo e logo chegamos na ponte coberta da estrada do Pico. O pessoal quis descer mais essa correnteza mas eu achei melhor não arriscar devido a minha falta de experiência e por ter tomado um susto minutos atrás. Mas um dia vou descer essa também, não preciso fazer tudo em um dia só né?
A esposa do Sidnei e a esposa do Moacir já estavam nos aguardando com os carros, como estávamos todos molhados o jeito foi arrumar uma carona pendurado na lateral do carro até a casa do Moacir.
E essa foi a primeira aventura do ano, uma aventura diferente para mim, mas que gostei bastante. Maneca, muito obrigado pelo convite e um agradecimento especial a todos que fizeram essa aventura acontecer.

6 comentários:

  1. Que bom que você gostou Jefo, eu fico muito contente em poder ter compartilhado com você essa estréia na canoagem. Tudo que tem nome Adrenalina tem o sobre nome Manéca. Valeu Jefo, até a próxima..

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Valeu pelo convite, com certeza vai ter próxima. Até.

      Excluir
  2. É Jefo, acompanhar o Maneca tem que ter varios estilos. . hehehe
    Que bom que vc gostou, pois eh uma atividade bem diferente do ciclismo, mas se tivermos a adrenalina na veia, topamos qualquer uma.
    Parabéns pela iniciativa.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Foi uma aventura diferente que gostei bastante. Valeu pela força.

      Excluir
  3. Muito bom,maior força para estas atividades.Sou caiaqueiro,da uma olhada no meu blog caiaque aventura e natureza.Abraço e sucesso nas aventuras.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ae Rolf, muito obrigado pela visita. É sempre bom encontrar alguém que curte as mesmas coisas que a gente. Já dei uma espiada no teu blog, muito show. Acho que é uma maneira de incentivarmos outros possíveis aventureiros e também de denunciar descasos que estão fazendo com a nossa natureza. Abraços.

      Excluir