quarta-feira, 20 de março de 2019

20/03/2019 - Jaguaruna, Morro da Fumaça, Criciúma, Içara

Essa semana, aproveitei as férias da minha esposa e fomos visitar meu padrinho em Jaguaruna - SC. Ficamos na casa de praia dele para relaxar um pouco, pescar, caminhar. O clima não estava dos melhores (muito vento e chuva). Mas mesmo assim nos divertimos muito. É claro que eu levei a bike e um dia desses, resolvi sair para conhecer a loja da Bike Point que fica em Criciúma. Saí de Jaguaruna e pedalei pela larga e longa faixa de areia desse balneário.


O clima continuava duvidoso, ás vezes abria o sol, ás vezes parecia que ia chover.



Fui me orientando pelo GPS e olhando algumas placas. Atravessei a BR-101 e acessei uma rodovia que me levou até Morro da Fumaça. Mais uma consultada no GPS e segui por uma rodovia precária até Criciúma.


Logo o movimento da grande cidade começou, muitos carros, avenidas, cruzamentos. Pista sem acostamento, afff, foi tenso. Pedi algumas informações e achei a loja Bike Point.


Estranhei que não tinha um bicicletário fora da loja, então encostei ela na parede do lado de fora e fui entrando. Logo a moça veio me atender e disse que bicicleta fica dentro da loja. Então fui lá buscar a magrela.


Aqui é o paraíso para qualquer ciclista. Uma infinidade de bicicletas de qualquer tipo, peças e acessórios dos mais variados.




Depois de passear pela loja toda, fui procurar o caminho para ir embora. Acabei pegando uma rodovia e cheguei nos limites da cidade de Içara. Logo corrigi o rumo e segui na direção do litoral, onde uma pancada de chuva me aguardava. Assim cheguei em casa de banho tomado e mais uma vez satisfeito com os novos lugares que conheci.

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domingo, 10 de março de 2019

10/03/2019 - 26ª Meia Maratona de Joinville

No calendário desse ano, coloquei algumas provas de corrida para ir me preparando para a maratona de Florianópolis. E essa corrida clássica de Joinville não poderia ficar de fora. Novamente o Flavio me fez companhia (esse menino está pegando gosto pelas corridas). Meu objetivo esse ano era fazer abaixo de 1:30:00hs. Eu sabia que era possível, mas teria que me concentrar ao máximo e esquecer o que aconteceu na meia maratona do ano passado.


O clima era agradável, muita gente no estacionamento do Centreventos Cau Hansen, inclusive o pessoal de Curitiba (pra eles o clima estava muito quente). Novamente me posicionei na frente para colocar o meu ritmo logo no início. Dada a largada e eu só queria não ter nenhum imprevisto. Depois de 2km consegui regular minha respiração e dosar as passadas. Depois da metade da prova senti uma descarga de adrenalina que me fez aumentar um pouco o ritmo e ganhar algumas posições. Tomei uma água e um isotônico oferecidos pela organização. Passar na frente do Centreventos e ter que dar a volta na avenida é para ferrar com o psicológico. Mas tentei não pensar nisso e continuei focado.


Nos últimos quilômetros, eu e mais dois atletas vinhamos nos marcando. Sempre que um tentava se desgarrar os outros dois iam atrás para buscar. Ao entrar no tapete vermelho foi hora de sprintar. Não consegui acompanhar os dois. Espertinhos, ainda tinham uma "perninha" de reserva, eu já estava no limite.


Mesmo assim fiquei muito feliz com o meu tempo e principalmente como lidei com as dificuldades em cada metro desses 21km.


O pós prova é sempre muito bom. Reencontrar os amigos e ouvir as histórias sobre os treinos e outros eventos.




Hora de ir para casa iniciar a recuperação e retomar os treinos durante a semana.

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domingo, 24 de fevereiro de 2019

24/02/2019 - Desafio do Mirante

Há alguns meses atrás, convidei o Flavio para participarmos desse desafio clássico da cidade de Joinville. Também seria minha primeira corrida do ano. Eu já vinha treinando algumas subidas e também caprichei na alimentação para chegar na data do evento bem leve.


Como sempre, gosto de chegar bem cedo e deixar o carro em um lugar estratégico, perto para eu sair e longe da muvuca. Fui fazer meu aquecimento e já me posicionei em um lugar perto do pórtico.


O dia estava muito quente. Larguei na categoria de 8,4Km, que consiste em dar uma volta na avenida Beira Rio e depois subir o mirante através da trilha. Marquei o meu colega Marciano que corre na minha categoria. O objetivo era não perder ele de vista. Mas eu sabia que seria difícil. Aos poucos ele foi se distanciando e eu tive que lidar com o meu psicológico para não me deixar abater. Antes de subir a trilha, encontrei o meu pai na torcida. Isso me deu motivação para continuar forte e não desanimar.


Entrei na trilha e tinha muita gente caminhando (na verdade os caminhantes eram para subir pela rua pavimentada, mas o que vale é o desejo deles e não a orientação da organização). Então temos que ficar desviando, esbarrando e até caminhando atrás dos folgados. Mantive o ritmo para subir o último trecho com tudo. Coração disparou e cheguei com a sensação que fiz todo o possível para dar o meu melhor.


Depois de ter ressuscitado, fui esperar o Flavio e logo encontrei o Cassiba, parceiro das trips mais locas que já fiz.


Agora está todo mundo feliz, medalha no peito, banana no bucho e dá até para sorrir na sefie.


Como me senti muito bem, fui ver a classificação. Vai que deu pódio né? Procurei na lista, mas ainda não tinha o resultado dos 8,4km. Quando o Flavio chegou, falou pra mim que eu tinha ficado em segundo lugar na categoria, atrás do Marciano.


Fiquei muito feliz, pois é o reconhecimento que todo o esforço foi válido. E mesmo assim, fica o sentimento bom, pois sei que com dedicação dá para melhorar.





Ano que vem estarei aqui novamente, para defender meu segundo lugar na categoria, mas principalmente para me divertir e me superar. Muito obrigado aos meus parceiros de treino e aos meus amigos que sempre dão aquela força: Apiários Sol do Oriente, Bitentec Usinagem Técnica e ManaviBikes.

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sábado, 9 de fevereiro de 2019

09/02/2019 - Morro Santo Anjo - Massaranduba - SC

Hoje foi dia de fazer a pedalada comemorativa até o Morro Santo Anjo, depois de um ano, voltamos para nos divertir aqui. O Flavio refez a rota e dessa vez escapamos da cilada do lamaçal. Muitos aventureiros presentes dessa vez, mas alguns iam só até começar a estrada de chão.


Dia amanhecendo, com temperatura agradável e o sol já dava sinal que ia aparecer.



Começou a estrada de chão e nos despedimos da Cristina e do Rodrigão. Agora cabia a nós explorar as estradas e plantações que o Flavio havia mapeado.



 Algumas dúvidas no caminho referente à estrada. Não é do nosso interesse invadir propriedade particular e apesar de não ter porteira, optamos por uma rota alternativa para não incomodar os proprietários das plantações de arroz.


Demos início a subida do Santo Anjo, o Flavio e o Everton estavam empolgados. Eu vinha mais atrás com um pouco de dificuldade.




Mais uma vez tivemos a sorte de apreciar essa belíssima paisagem.


Ao contrário dos demais, eu desci com cuidado, pois pra quem não tem prática é melhor ter juízo. Paramos na igrejinha ali perto para pegar água, e em Guaramirim paramos na padoca para renovar as energias (só para os carbodependentes rssss).


O sol começou a castigar e a gente queria mesmo era voltar para casa.




Assim foi mais uma aventura sobre a bike na companhia de amigos de verdade. Abraços e até a próxima.

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