sábado, 14 de janeiro de 2017

14/01/2017 - Reconhecimento Márcio May Camboriú (sport)

Nesse sábado a galera do Pedal Full combinou de fazer o reconhecimento do trajeto da prova de MTB Márcio May Camboriú. Acordei ás 4:00 hs e saí de casa 5:10 hs rumo ao pórtico da Expoville onde a galera já estava se organizando para sair. Oito ciclistas ocuparam dois carros e partimos rumo à Camboriú - SC.




Já era dia quando chegamos no local onde será a largada da prova. Comemos alguma coisa, ajustamos as bikes e antes de sairmos teve gente que precisou dar uma aliviada em baixo da carreta.


Depois de tudo pronto, partimos para "reconhecer" o trajeto. Na verdade o Marcelo já colocou aquele ritmo forte e quebrou o pelotão logo no começo.





A estrada estava boa, seca e com aquelas costelinhas que treme tudo. A turma se dispersou um pouco, cada um fazia no seu ritmo, mas teve uma hora que erramos o caminho e todo mundo se encontrou de novo. Voltamos pela estrada um pouco frustrados, mas a paisagem compensava.





Entramos em uma trilha conhecida como Trilha do Gavião. A subida dá para encarar, mas a descida é bem técnica com muitas pedras e erosão.


O sol resolveu mostrar toda a sua força e duas garrafinhas de água foi pouco. Na trilha consegui encher as garrafas em um riacho que passava perto, mas logo elas se esvaziaram. Por sorte chegamos em um vilarejo onde tinha um barzinho aberto e conseguimos comprar água e mais algumas coisas.



Conseguimos nos agrupar novamente, já era quase 11:00 hs e o sol castigava. Continuamos nossa pedalada fazendo várias paradas.

Um ônibus por favor

Entramos em outra trilha onde as árvores nos deram um pouco de conforto. Foi onde peguei mais água. O Jonas estava um pouco no minha frente, mas logo vi ele voltando empurrando a bike procurando alguma coisa. Sua câmera tinha caído na estrada e ele estava procurando. Começamos a procurar por tudo, subimos um pouco a estrada, voltamos e nada de achar a danada. Ele tinha certeza que tinha ouvido ela cair por aí. O Jonas começou a ficar preocupado e começou a procurar nos lugares mais improváveis. Foi quando ele a achou, fora da estrada próximo do rio, embaixo de caités.


Foi muita sorte. Continuamos nossa pedalada e o pior estava reservado para o final: dois super morros que tive que superá-los empurrando. Logo depois de um trecho de asfalto pegamos a estrada de chão novamente para avistar o "arco do triunfo".



Chegamos no local de onde saímos ás 12:30 hs bem exaustos e com 75 km pedalados. Não é um trajeto fácil. No dia da prova se o tempo estiver muito seco a estrada tem muita areia fofa, mas se chover as trilhas vão ficar mais perigosas. Já os morros não tem o que fazer, o jeito é escalar e soltar os freios nas descidas. Quero agradecer meus parceiros nesse dia de treino e diversão: Flavio, Ernandes, Jonas, Marcelo, Rodrigo, Everton e Cristian. Abraços a todos.

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

06/01/2017 - Ribeirão do Cubatão

Aproveitando mais um dia de férias, resolvi conhecer a região do Ribeirão do Cubatão, um bairro de Joinville que fica entre o rio Cubatão e o canal do Cubatão. Saí de casa e o céu estava com "cara" de poucos amigos. Coloquei um ritmo forte, com intenção de escapar da chuva, mas a danada foi mais rápida e me pegou  quando eu estava chegando na marina.


Na verdade, errei o caminho e quando cheguei nessa marina percebi que a estrada era sem saída, voltei e comecei a explorar a região. Para a minha surpresa, encontrei uma ponte pênsil para carros. Eu nunca tinha visto e nem sabia que tinha uma aqui na cidade. Para matar a curiosidade, resolvi atravessá- la e cheguei em uma propriedade particular. Voltei e continuei com o meu passeio.


A chuva continuava a cair e ás vezes parava. Eu já estava molhado, por isso ficava com receio da tal "friagi" me pegar he he.



Antes de voltar para casa resolvi dar uma volta por Pirabeiraba, próximo de Rio Bonito. Percebi nuvens escuras se aproximando e já me preparei para o pior.


Quando cheguei na Estrada da Fazenda a chuva despencou de vez.



Mesmo assim continuei com o objetivo proposto anteriormente, fiz o retorno em Rio Bonito e retornei pela Estrada da Ilha. Diante da situação não queria saber de mais nada, a não ser chegar em casa e tomar um banho quente.

E assim foi mais um dia das minhas belas férias. Foi legal conhecer o Ribeirão do Cubatão. Abraços.

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domingo, 25 de dezembro de 2016

25/12/2016 - Me rendi à 29er

Depois de anos pedalando com uma bike aro 26", resolvi montar minha nova bike aro 29". Foram anos de leituras de artigos, comentários e dúvidas. No início eu achava que era puro modismo, ou algo novo lançado pela indústria para vender mais bicicletas. Mas quando percebi, era o único da turma que ainda pedalava uma 26er, então me rendi à essa nova moda, as bikes 29er. Para não gastar muito, vendi quadro, suspensão e rodas e adquiri outros no novo tamanho. Detalhe: eu nuca tinha pedalado uma 29er. Minha nova bike já tinha ficado pronta há dias, mas essa correria de véspera de natal não deixou eu testá-la. Hoje dia de natal, consegui tirar um tempinho e me joguei pelas estradas aqui perto de casa para estrear minha nova bike Sense e o uniforme do Pedal Full.


Senti a diferença de pilotagem logo no começo. Achei ela pesada e pouco ágil, principalmente para desviar de buracos. Mas gostei ao passar por aquelas "costelinhas" na estrada. Acho que mais alguns quilômetros e já vou me adaptar melhor. Resolvi subir a serrinha Alpina, não gostei, despois desci e gostei. Fui até o final da Estrada Blumenau. Achei cedo para voltar para casa e resolvi dar um pulinho até Guaramirim. Fui pela rodovia do arroz e entrei na estrada de calçamento em direção ao bairro Caixa d'Água. Minha intenção era chegar no bairro Serenata e chegar novamente na rodovia do arroz.


Acabei me perdendo, mas continuei pela estrada. Quando percebi, estava no meio de plantações de arroz, sem estrada, sem ninguém, somente os trilhos passavam ao meu lado. Reconheci aquela região, já tinha vindo de Dedo Grosso até Serenata por trilhos (de pé e de bicicleta). Agora me restava fazer o caminho inverso. Mas é muito sofrimento, são 3,5km pedalando sobre os dormentes, e nem sempre dá para pedalar. No meio do nada, sem uma estrada, uma casa, nada, nada mesmo, só mato.


Fui pedalando os trechos onde isso era possível, e depois andando sobre os dormentes empurrando a bike. Levei 25 minutos para percorrer 3,5km de trilhos. Ainda bem que o trem não veio, senão a demora seria maior. Cheguei em Dedo Grosso e logo depois no asfalto da rodovia do arroz. Acessei novamente a estrada Blumenau para ir mais tranquilo para casa. Foi muito punk para o primeiro dia.


Acho que essa bike ainda vai ficar boa. Ela é bem mais pesada que a minha anterior, mas já gostei dela. Agora é esperar os novos desafios e ver como ela se sai. Também estou na espera da minha nova bike speed, já que a anterior quebrou o quadro. Assim foi meu primeiro dia de 29er, dia de estreias e aprendizados. Abraços.

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domingo, 27 de novembro de 2016

27/11/2016 - 10º Desafio Márcio May

Pelo quinto ano consecutivo estou novamente em Rio do Sul, agora para o 10º Desafio Márcio May de Ciclismo de Estrada e Mountain Bike. A ideia de fazer de speed esse ano foi abandonada, visto que não tenho o preparo para tentar uma boa colocação nessa modalidade. Já na MTB com um pouco mais de treino consigo andar com o pelotão da frente. Como estou muito focado nos treinos e na competição, as fotos ficaram em segundo plano, falando a verdade tirei poucas fotos.

No dia anterior eu e o Flavio chegamos na casa da Dona Teresa, mãe do Pelinha, almoçamos e saímos para pegar nossos kits. Fomos assistir a irmã do Pelinha dando aula de zumba ali perto e depois já começamos a providenciar a janta. Dormimos bem, o Flavio nem tanto. De manhã cedo o Fabiano e o Ernandes chegaram para a prova.


Fomos até o local da prova, começou aquele momento de tensão e logo foi dada a largada. Até o pé da serra o pelotão segue "neutralizado", mesmo assim dá uns pegas. Assim que começou a subida passei pelo Flavio e o Ernandes, fiz o retorno e comecei uma descida alucinante.

Não consegui alcançar o pelotão da frente, fiquei sozinho e logo um pequeno pelotão me alcançou. Mas os caras não sabiam trabalhar direito, faziam o revezamento errado, não queriam revezar e reduziam o ritmo quanto iam pra frente. Isso fez outro pelotão mais organizado nos alcançarem, o Ernandes estava nele. Há alguns quilômetros da chegada tentei escapar, mas não consegui manter o ritmo e o pelotão me alcançou novamente.

Esse ano a chegada era um pouco diferente com duas curvas muito próximas. Fui jogado para as grades e tive que frear para não bater. Não fui muito bem no sprint e terminei a prova na 12ª colocação na categoria.


Assim foi mais uma prova do Márcio May aqui em Rio do Sul. Até a próxima.

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