domingo, 20 de maio de 2012

20/05/2012 - Pedal da Mari - "Do Rural ao Litoral"

Era um domingo frio que amanheceu nublado. Mas eu estava disposto a participar dessa aventura com aproximadamente 240 ciclistas. O passeio "Do Rural ao Litoral" organizado pela Marines Ronchi foi muito bom, apesar dos contratempos que surgiram no caminho. O horário marcado foi ás 8:00 hs e o sol começou a mostrar sua força, então os ciclistas começaram a se preparar com protetores solar e óculos escuros.
Saímos do Posto Rudnick na BR-101 e seguimos pela rua Quinze de Outubro no bairro Rio Bonito.
De repente a paisagem começou a mudar, o sol começou a se esconder e as nuvens ficaram baixas.
O friozinho começou a bater, enquanto isso o pessoal da frente puxava um ritmo forte para um passeio. Quanto mais nos aproximávamos de Garuva, mais forte ficava a neblina. Quanto chegamos na  estrada Palmeiras começou a chover.
A nossa primeira parada foi numa igreja logo após a ponte pêncil do rio Três Barras na avenida Celso Ramos. Lá todos esperaram o agrupamento de todos os ciclistas e o pessoal da organização distribuiu frutas, achocolatados e barras de cereal.
Na foto abaixo: Marcelo Rodrigo, Alexandre, Marcelo Costa, Douglas e Mário. Já se preparando para enfrentar mais alguns quilômetros de terra e chuva.
Como choveu boa parte do percurso, não consegui tirar mais fotos. Resumindo, pegamos a estrada do Rio Cupim e depois a estrada Palmital, foram longos trechos de lama e chuva até fazer nossa próxima parada em Baraharas, nesse momento a chuva deu uma trégua, mas em seguida ela voltou. Passamos por um longo trecho de lama na região de Estaleiro até chegar na Vila da Glória ás 12:30 hs, onde um delicioso almoço nos aguardava.
Ficamos um pouco ali no Restaurante Trapiche, conversando de frete para a baía da Babitonga e depois da digestão era necessário fazer o caminho de volta.

Agora sim, aproveitei para tirar algumas fotos da situação da estrada, já que não estava chovendo no momento.
Como eu já tinha feito esse trajeto duas vezes, já esperava pegar trechos bastante acidentados, com buracos, areia e lama. Então aproveitei a oportunidade para testar os pneus de kevlar que havia adquirido á algum tempo justamente para essas situações.
São pneus Maxxis Medusa 26 x 2,10, próprios para esse tipo de terreno.

Depois de muito sobe e desce, chegamos no Gibraltar, o pessoal já estava exausto, pois até aqui todos já tinham pedalado mais de 80 km.
Na hora de entrar na balsa, os ciclistas ocuparam mais da metade do espaço. Acho que alguns motoristas não gostaram muito, principalmente os que não conseguiram entrar e ficaram esperando o retorno da balsa.
Assim, fizemos um pouco de tudo, pegamos sol e chuva, andamos no asfalto, chão batido e lama. Acho que  foi um passeio bem democrático e teve opção para todos os gostos. Parabéns á Marines Ronchi pela organização e aos mecânicos que acompanharam e auxiliaram os bikers.
Total de 101 km rodados e até dia 27/05/2012 no Desafio Marathon de Mountain Bike Amador Ajociclo.

terça-feira, 1 de maio de 2012

01/05/2012 - Corrida e Caminhada do Trabalhador - SESI

Minha primeira experiência com corridas não foi fácil. Apesar de ter treinado antes, na corrida o panorama muda. No início é tudo festa e empolgação. O dia estava frio e ensolarado.
O evento promovido pelo SESI ocorreu no Perini Business Park. Uma estrutura muito bem montada.


Ás 8:30 hs foi dada a largada.
Corri na categoria 10 Km que completei em 00:46:55. No geral fiquei em 54º e na categoria industriário fiquei em 21º. Considero um resultado bom para o começo. Agora é treinar para melhorar os resultados futuros...
...para quem sabe um dia...
Até a próxima.

domingo, 15 de abril de 2012

15/04/2012 - Pedal Itapoá - Vila da Glória - Palmital - Joinville

No dia 07/04/2012 resolvi ir até Itapoá na casa de praia do meu sogro que fica bem perto do Pontal. Mas devido a muita chuva e trovoada não consegui voltar pedalando e voltei de carro. A bicicleta ficou lá. Na semana seguinte estava decidido a ir buscar minha bike. Então dia 14/04/2012 peguei o ônibus que passa pelo Pontal e vai até a Barra do Saí. Fiquei o dia lá e no domingo, dia 15, saí ás 7:30 hs e quando estava passando pelo Pontal, um navio estava entrando na Baía da Babitonga com destino ao Porto de Itapoá.
Enquanto o navio ia passando, a paisagem ia ficando cada vez mais bonita.
Porto de Itapoá.
Viaduto que dá acesso ao atracadouro e ao "porto seco" que fica do outro lado da rodovia.
Do outro lado da baía, é possível avistar o Porto de São Francisco do Sul.
Na região da "Jaca", como é conhecida a comunidade, saí da SC-415 e fui em direção á Vila da Glória.

No trecho entre a Jaca e a Vila da Glória passaram a máquina no dia anterior, depois disso choveu a tarde e a noite toda, já dá para imaginar como ficou a estrada né. Tinha trechos que não dava para ficar em cima da bike. Enfim ás 8:00 hs cheguei na Vila da Glória.
Um vilarejo bem sossegado. Tem passeio de barco até o Centro Histórico de São Francisco do Sul.
Um lugar diferente e tranquilo, para sair da rotina da cidade grande. Tem opções de lazer e gastronomia.
Ás 8:30 hs encontrei meus amigos na localidade de Frias. Eles vieram de Joinville para passear comigo pela região da Estrada Palmital. Abaixo estão: Mário, Eu, Januário e Fábio.
Paredão de pedras próximo á região de Lamin.
Galera pedalando entre o reflorestamento de pínus.
Mário apreciando as belezas naturais do lugar.

Pausa para pegar água e esticar as pernas na Estrada Palmital em Garuva.
Continuamos nossa pedalada e pegamos a Estrada do Rio Cupim até chegar na Avenida Celso Ramos onde atravessamos o Rio Três Barras pela ponte pêncil.
Abaixo, a "ponte" de concreto.
Antes de irmos para casa, o Januário nos convidou para parar na casa dele e tomar uma cervejinha gelada. Não recusamos o convite. Cheguei em casa ás 13:00 hs depois de 96 Km rodados, um passeio muito bom que vale a pena fazer mais vezes.

domingo, 18 de março de 2012

17/03/2012 - Pedal Rio do Júlio com a galera

Nesse dia, marcamos de descer a estrada Rio do Júlio com destino a Schroeder. Convidamos o maior número de pessoas que conhecíamos e a proposta era sair do início da estrada ás 9:00 hs. Alguns foram pedalando o trajeto todo, outros preferiram não arriscar e subir a serra de carro.
O importante é que no horário combinado todos estavam lá, independente de como tinham chegado. Me surpreendi pelo grande número de pessoas que resolveram fazer essa pedalada. Abaixo os ciclistas: Carlos, Samuel, Adenízio, Mário, Marcelo, Jeferson (eu), Fábio, Fernando, Aguinaldo, Moisés, Marcos, Rosa e Natan.
Começamos a pedalar e muitos achavam que a estrada era só descida. Grande engano, logo no início tem duas subidas moderadas, mas o Fábio já estava com a língua de fora.
Logo as belezas naturais começaram a aparecer, só faltaram as hortências estarem floridas para ficar ainda mais bonito.

Havia uma pequena comunidade no local e no alto de um morro uma igreja, subimos até lá para mais fotos.
Essa foto sim mostra todo o pessoal que foi e acompanhou essa aventura. A Silvana e a Amanda foram no carro de apoio. Da esquerda para direita, em pé: Adenízio, Fábio, eu, Carlos, Aguinaldo, Natan, Marcos e Mário. Agachados: Silvana, Fernando, Marcelo, Samuel, Amanda, Rosa e Moisés.
Após algumas subidas e descidas, chegamos na represa.
Nesse momento furou o pneu da bike do Fernando.
Pneu consertado vamos seguir caminho.
Logo a frente mais um pneu furado, agora da bike do Natan.
Um pouco mais para frente encontramos alguns jovens acampando por aquelas bandas. Pediram ajuda para fazer o Fusca pegar pois já estava sem bateria. Perguntamos se eles tinham alguma coisa para beber. "Tem catuaba", foi a resposta.
A boa ação do dia foi feita, temos que continuar pois o caminho até em casa é longo. Passamos pelo Hotel Vale das Hortências e enfrentamos os últimos quatro quilômetros de subida até Schroeder.
Daqui até Schroeder são onze quilômetros de descida, haja freio.




Continuamos a descida e chegamos na zona rural de Schroeder.
Ficamos esperando o Mário e o Aguinaldo que estavam demorando para chegar. Eu e o Fábio voltamos para verificar o que aconteceu e encontramos o Mário com o pneu da bike furado.
Procuramos um lugar para almoçar e encontramos um restaurante na beira de um rio, é aqui mesmo.
Digestão feita tem mais uma serra para subir, a temida Duas Mamas.

Depois de descer as Duas Mamas, nos reunimos na rodovia do arroz e cada um foi para sua casa. Ficamos o dia todo pedalando, mas a companhia dos colegas e os lugares que conhecemos faz com que o cansaço e a dor fiquem menores que a alegria por ter participado de mais um passeio sobre duas rodas.