domingo, 19 de janeiro de 2014

19/01/2014 - São João do Itaperiú - SC

Mesmo com o sol escaldante desse domingo resolvi sair de casa e dar umas pedaladas. As 15:00 hs eu estava na rodovia do arroz em direção a Guaramirim.


O céu estava com poucas nuvens e os rios da região lotados.



Não demorou muito para a minha roupa ficar encharcada e minha água ficar quente. No acostamento, uma ferramenta esquecida por algum viajante.


Em Guaramirim o vento lateral quebrou um pouco o ritmo, nada de mais, logo já estava chegando na BR-280.



Passando por Jaraguá do Sul deu vontade de subir o Morro da Boa Vista e apreciar a paisagem de lá, mas hoje o objetivo é outro.


Continuei pela rodovia do arroz até Massaranduba onde fiz a primeira parada no Posto Zandoná e abasteci as garrafas com água gelada e gratuita.


Saí da SC-108 e segui pela SC-415 rumo á São João do Itaperiú. A paisagem não mudou muito se caracterizando por longas plantações de arroz nas baixadas e bananeiras nos morros.





Fiz algumas paradas rápidas em igrejas próximas do caminho para fugir um pouco do sol.




Continuei minha pedalada e o vento contra foi ficando cada vez mais forte. Passei batido pela cidade de São João do Itaperiú sem me dar conta do tamanho da mesma. Apenas alguns comércios a beira da estrada e uma igreja um pouco retirada. Como eu já estava muito cansado e tentando fugir do sol não parei e logo já estava saindo na BR-101. Na Auto Pista Litoral Sul de Araquari fiz mais uma parada para um lanche e enchi as garrafinhas com água gelada na faixa.



O trânsito estava intenso e o vento não atrapalhava mais tanto, mas o sol não dava trégua. No Posto Maiochi mais uma paradinha para pegar água, grátis claro.



Continuei o pedal pela BR-101 e apreciando o pôr do sol.


Antes de pegar o caminho de casa, uma foto no cartão postal da cidade.


E assim foram 125 km de pedal para fazer um treino e conhecer novas estradas e cidades.


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

09/01/2014 - Garuva - SC

Depois de muito tempo parado e de um tombo feio no final do ano passado, voltei aos pedais. Combinei com o Maneca de fazermos um pedal na quarta, mas devido a muita chuva foi cancelado. Então no final da tarde dessa quinta-feira ele me ligou e confirmei nossa pedalada.


Fiquei aguardando na BR-101 e não demorou muito para eu ouvir seus apitos. Para completar a pedalada o Cabelo também veio.

Cadê o uniforme Maneca?
Pensei que o pedal seria light, que iríamos colocar o papo em dia, fazer programações, traçar objetivos e tudo mais. Mas logo percebi que o ritmo seria intenso já que o Cabelo veio de speed e estava afim de "quebrar o pedivela". O Maneca como sempre conseguiu acompanhá-lo e eu também.......por dois quilômetros. Logo fiquei para trás e eles se mandaram, não consegui acompanhar o ritmo frenético, afinal treino é treino, se eu quisesse colocar o papo em dia era só ficar no "Face" não é?


Continuei o pedal no meu limite. Encontrei alguns ciclistas da região treinando também nesse trajeto. Cheguei no local que tínhamos combinado, o ponto "G", mas não havia ninguém lá, nem no posto de combustível. Imaginei que eles poderiam ter ido até o pedágio, mas como eu já estava me arrastando resolvi fazer o que estava proposto anteriormente.


Fiz o retorno e voltei, o ritmo subiu um pouco, talvez pela presença de um leve vento á favor. Foi um treino bom, mantive a média acima dos 28 km/h mas não foi o bastante para acompanhar meus parceiros. Mesmo assim cheguei em casa cedo. Depois de tanto tempo parado e longe dos amigos não esperava fazer um pedal solo, mas é o que tinha para hoje, amanhã é outro dia. Abraços.


domingo, 1 de dezembro de 2013

01/12/2013 - 7º Desafio Márcio May

Pela segunda vez me inscrevi para esse evento de ciclismo em Rio do Sul - SC. No sábado eu e minha esposa partimos cedo, chegando na cidade ainda deu tempo para visitar alguns pontos turísticos.




Depois fomos retirar o kit atleta e visitar as lojas dos patrocinadores.


Já no hotel fomos descansar um pouco e comer uma massa mais tarde.



As 6:30 hs de domingo, já estávamos tomando o café da manhã, colocamos a bike no carro e partimos rumo ao local da prova. Fui dar uma conferida na calibragem do pneu antes de ir para o local de largada e ao puxar a bomba o bico da câmara veio junto e o pneu esvaziou em segundos. Tive que fazer uma troca rápida e colocar a única câmara reserva que trouxe (ligeiro).



Pronto, agora é só chegar no local e já achar um lugarzinho no meio da galera.


A turma foi juntando, 1035 atletas estavam inscritos para essa prova, eu procurava o Maneca e o Deivi até que olhei para trás e achei eles juntamente com o Pelinha.


Estavam com um uniforme diferente. A Talita logo me achou e me ofereceu uma camisa também. Tentei trocar a camisa ali mesmo, tirei o número e minhas bugigangas dos bolsos. Foi quando anunciaram dois minutos para a largada e então agradeci mas abandonei tudo e coloquei o número novamente na camisa que eu estava, aliás a única que eu tenho com a marca do meu patrocinador Mel Sol. Foi dada a largada do ciclismo e alguns minutos depois foi a vez da nossa categoria.


Durante 20 e poucos quilômetros a largada é neutralizada, ou seja, não é permitido ultrapassar os batedores. Mesmo assim acontecem muitos esbarrões, batidas e tombos. O Cabelo estava mais á frente, eu e o Maneca mais atrás, no mesmo embalo.

Foto: TrilhasBR
Depois de um tombo próximo a uma ponte, desviei e perdi o contato com o Maneca. Logo começaram as subidas e passei pelo Cabelo.

Foto: TrilhasBR
Foto: TrilhasBR
Começou uma garoa e a pista ficou escorregadia. Presenciei dois tombos feios na mesma curva, fiquei com medo. Fiz o retorno e comecei a descida, desci no meu limite mas com cautela. O velocímetro registrou máxima de 82 km/h. Logo encontrei dois ciclistas e fomos nos agrupando e catando mais um ou dois pelo caminho. O pelotão tinha atitude e o revezamento do vácuo era constante.

Foto: TrilhasBR
Foto: TrilhasBR
Nos últimos quilômetros puxei o pelotão por um tempo, foi quando houve uma confusão devido ao trânsito de veículos parados na rua. Logo o pelotão se agrupou de novo e quando percebi tinha uns vinte atletas para o sprint. Não me dei bem nesse final, ficando entre os últimos do pelotão.

Foto: TrilhasBR
Foto: TrilhasBR


Em relação ao ano passado fui um minuto mais lento, completando a prova com 1:58:36 hs, na minha categoria melhorei três posições ficando em 17º e na classificação geral não mudou nada e fiquei em 88º.


Mesmo assim não fiquei desapontado, claro que tenho que melhorar muito se pretendo ser mais competitivo, mas tenho certeza que fiz o melhor que pude. Peguei minha medalha de participação e depois algumas frutas.



Logo chegaram o Maneca e o Cabelo e continuamos a festa.


Encontrei também o Eleonésio que escreve o blog Crazy Biker e até então conhecia somente através das redes sociais e hoje nos cumprimentamos e fizemos uma apresentação mais formal.


Encontrei vários amigos, conhecidos e também atletas profissionais. Acho chato esse negócio de "sou amigo de "Face" mas se encontro faço de conta de não vejo".

Gilson R. Kassulke: alguns Audax 1000 na bagagem.
Tânia: Pentacampeã do Desafio Márcio May
Márcio May: sem comentários
Foto: TrilhasBR
Depois vesti minha camisa nova (e seca) da Physical Woman, Cláudia Rossini e Pedal do Cabelo. Muito obrigado.


Já que não conseguimos ganhar as bikes no pódio o jeito foi aguardar a premiação e depois o sorteio.


Como somos rapazes de muita sorte, novamente não ganhamos as bikes, mas ganhamos um dia diferente de muita adrenalina, emoção e de cultivar amizades. Assim é o ciclismo. No ano que vem estarei aqui de novo, se Deus quiser.